No Dress Code

No Dress Code: Moda livre no ambiente de trabalho, existe?

Quem nunca sonhou em poder ir trabalhar sem precisar de todo aquele traje social? Entre ternos, gravatas e saltos altos, sempre existiu aquele oculto de poder vestir jeans e sapatênis nos escritórios mundo afora. Pois, saiba que agora a tendência é desconstruir: cada vez mais empresas têm aderido ao “No Dress Code”. Sabe o que é isso? Então confira o nosso artigo.

Dress Code, como o próprio nome diz, é o código de vestimenta de um ambiente, geralmente organizacional. Ele determina o que as pessoas daquele local devem vestir, podendo ser um uniforme de trabalho ou um traje social completo. A famosa “Casual Friday”, onde os funcionários podem vestir-se casualmente às sextas-feiras também faz parte deste código.

Ele surgiu como uma forma de facilitar e padronizar a escolha das vestes adequadas, tanto para o ambiente de trabalho, quanto para festas e eventos. Tal fato reflete uma preocupação das organizações quanto a sua imagem, já ela reflete a postura da empresa, além de explicitar o grau de formalidade da mesma.

No entanto, a mais nova tendência segue em sentido contrário do que foi feito durante anos: a flexibilização do código de vestimenta. Segundo os especialistas, um dos principais motivos para esta mudança é a influência direta que ela exerce sobre a produtividade dos funcionários, já que estes passam a se sentir mais confortáveis no ambiente de trabalho. Outro fator de peso é a entrada das gerações mais jovens no ambiente corporativo, trazendo consigo novas demandas por liberdade e autenticidade.

Ao tomar este tipo de atitude, empresas reforçam a preocupação com o bem-estar dos funcionários e o reconhecimento à diversidade de cada um. Além disso, há uma quebra positiva de barreiras entre os diferentes níveis hierárquicos, o que melhora significativamente a comunicação e o relacionamento interpessoal.

A tendência engloba até mesmo as profissões mais rígidas quanto a vestimenta, como advogados, contadores, juízes e gestores em geral. Com a modernização e flexibilização dos ambientes os trajes podem ser mais ou menos rígidos. Segundo um escritório advocacia em Porto Alegre, no entanto, menos rigidez não significa vestir-se como bem entender. É preciso mais do que nunca contar com o bom-senso de cada um, mantendo a seriedade que pede o cargo.

Aliás, este é o fator que ainda mantem certas empresas reticentes quanto a adoção ou não da informalidade. Ainda que os resultados se mostrem positivos, apostar no poder de escolha individual pode ser um tiro no escuro, portanto, algumas regras podem ser mantidas. Certas empresas ao abolirem o código de vestimenta mantém algumas restrições, como o uso de bermudas, calçados abertos ou regatas, por exemplo.

Quando se trata de moda, bom senso é sempre a medida. A dica é verificar a agenda do dia e, caso haja reuniões ou visitas a clientes, adequar-se ao que pede a situação. Na dúvida entre o certo e o errado, busque acompanhar a forma como os seus superiores tem se vestido. E lembre-se, na maioria das vezes, menos é mais.

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